Pelos direitos colectivos na <em>Vista Alegre Atlantis</em>
«É hora de questionar a eficácia da Inspecção do Trabalho e perguntar até quando atitudes patronais como estas vão continuar impunes no nosso Portugal de Abril» – protesta a direcção do Sindicato dos Trabalhadores da Indústria Vidreira, num comunicado em que denunciou actos de desrespeito dos direitos e de ameaça a dirigentes sindicais.
Na fábrica da Vista Alegre Atlantis, no Casal da Areia (Alcobaça), dirigentes do STIV/CGTP-IN foram impedidos de circular nas instalações, durante uma greve realizada a 27 e 28 de Maio. Na greve seguinte, a 7 e 8 de Junho, já o sindicato tinha alertado a Inspecção para o incumprimento do acordo colectivo de trabalho, em vigor no sector da cristalaria, reclamando medidas para que a legalidade passasse a ser respeitada.
No primeiro dia desta segunda luta, «tudo se passou da mesma maneira». Da IGT de Leiria, em resposta aos telefonemas dos dirigentes sindicais, veio a afirmação de que não estava nenhum inspector disponível. O sindicato comunicou por escrito à IGT que, no dia seguinte, os dirigentes iriam regressar à empresa, para exercerem o direito consagrado.
Conta o STIV que «perante a passividade da Inspecção Geral do Trabalho de Leiria e as reiteradas violações da empresa aos direitos contratualmente consagrados, os nossos dirigentes assumiram o exercício desse direito e entraram nas instalações fabris». Foram «várias vezes abordados, por pessoas a mando da administração, com ordens expressas para abandonarem as instalações», o que recusaram, exibindo o contrato colectivo.
Semelhante resposta teve «um outro senhor, que se apresentou como administrador», conhecido por engenheiro Sá, e que «disparou», como refere o sindicato: «Ou os senhores saem de livre vontade, ou terão que ser arrastados!»
Condenando este comportamento do «patronato sem escrúpulos», o STIV refere ainda que «os trabalhadores da Vista Alegre Atlantis do Casal da Areia repudiaram energicamente a verborreia deste administrador e, com esta atitude, patentearam a sua identificação com as posições que têm vindo a ser assumidas pela direcção do nosso sindicato e impediram que a empresa concretizasse esta sua vergonhosa ameaça».
Na fábrica da Vista Alegre Atlantis, no Casal da Areia (Alcobaça), dirigentes do STIV/CGTP-IN foram impedidos de circular nas instalações, durante uma greve realizada a 27 e 28 de Maio. Na greve seguinte, a 7 e 8 de Junho, já o sindicato tinha alertado a Inspecção para o incumprimento do acordo colectivo de trabalho, em vigor no sector da cristalaria, reclamando medidas para que a legalidade passasse a ser respeitada.
No primeiro dia desta segunda luta, «tudo se passou da mesma maneira». Da IGT de Leiria, em resposta aos telefonemas dos dirigentes sindicais, veio a afirmação de que não estava nenhum inspector disponível. O sindicato comunicou por escrito à IGT que, no dia seguinte, os dirigentes iriam regressar à empresa, para exercerem o direito consagrado.
Conta o STIV que «perante a passividade da Inspecção Geral do Trabalho de Leiria e as reiteradas violações da empresa aos direitos contratualmente consagrados, os nossos dirigentes assumiram o exercício desse direito e entraram nas instalações fabris». Foram «várias vezes abordados, por pessoas a mando da administração, com ordens expressas para abandonarem as instalações», o que recusaram, exibindo o contrato colectivo.
Semelhante resposta teve «um outro senhor, que se apresentou como administrador», conhecido por engenheiro Sá, e que «disparou», como refere o sindicato: «Ou os senhores saem de livre vontade, ou terão que ser arrastados!»
Condenando este comportamento do «patronato sem escrúpulos», o STIV refere ainda que «os trabalhadores da Vista Alegre Atlantis do Casal da Areia repudiaram energicamente a verborreia deste administrador e, com esta atitude, patentearam a sua identificação com as posições que têm vindo a ser assumidas pela direcção do nosso sindicato e impediram que a empresa concretizasse esta sua vergonhosa ameaça».